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 A SECDTUR através do departamento de esportes,convida todos os presidentes de clubes, para a reunião e sorteio dos grupos para início da competição, e Torneio 
do Dia do Trabalhador.





O histórico dos confrontos entre Botafogo/PB e Salgueiro/PE aponta cinco vitórias do Salgueiro do Salgueiro/PE e quatro vitórias do Botafogo. Foi registrado um empates, com 12 gols para o time pernambucano e os paraibanos marcaram 11 gols. Foram realizados 10 jogos, com 23 gols marcados 23. Veja os números de acordo com levantamento do plantonista Aurélio Nunes.

Série C 2014
Grupo A
10/05
Botafogo 2 x 2 Salgueiro
24/08
Salgueiro 1 x 0 Botafogo

2015
17/05
Botafogo 1 x 2 Salgueiro
02/08
Salgueiro 4 x 1 Botafogo

2016
25/05
Salgueiro 1 x 0 Botafogo
24/07
Botafogo 2 x 0 Salgueiro

2017
04/06
Botafogo 1 x 0 Salgueiro
05/08
Salgueiro 1 x 0 Botafogo

Série D 2013
Semifinal
29/09
Salgueiro 1 x 2 Botafogo
06/10
Botafogo 2 x 0 Salgueiro

Jogos Realizados: 10
Gols Marcados: 23



O Treze confirmou a contratação de mais um atacante de área. Trata-se do jogador, Maxuell Maia da Silva. É mais um atleta para se junto ao elenco que se prepara paras as disputas do Campeonato Brasileiro da Série D, cuja estreia do Galo da Borborema será no próximo dia 23, uma segunda-feira.
DATA DE NASCIMENTO
30.09.1991- (26 ANOS)
NATURALIDADE
Fortaleza (CE)
Atacante (Centroavante)

EX-CLUBE
Brasil Caldense

HISTÓRICO DE QUIPES

2018  Caldense
2018  CSA
2017  CSA
Ferroviário 16 6
2016 Ferroviário – –
2015 Brasil Ferroviário – –
2014 Horizonte 1 1
2013 Cruzeiro-RS – –
Botafogo-PB 7 1
Brasil Baraúnas 1 1
Uniclinic (E)
2011 River-PI – –
2010 Ceará – –
2009 Palmeiras (E)
Ferroviário
Palmeiras (E)
Palmeiras (E)



A diretoria técnica da Federação Paraibana de Futebol deve se reunir com os dirigentes dos dez clubes que oficializaram o interesse nas disputas do Campeonato Paraibano da Segunda Divisão de 2018. O encontro está programado para o dia 25 do próximo mês, na sede da FPF. A competição deve ter 12 times.

Segundo o assessor de comunicação da FPF, Geraldo Varela, 12 clubes confirmaram interesse na participação da competição, através de documentação encaminhada ao departamento técnico da Federação, os oito clubes que disputaram a Segundona do ano passado e os rebaixados da Primeira Divisão.

Os integrantes da competição no ano passado são: Femar, de Teixeira; Spartax, de João Pessoa; Perilima, de Campina Grande; São Paulo Crystal, de Cruz Espírito Santo; Miramar, de João Pessoa; Picuiense, de Picuí; Sport Campina, de Campina Grande;  Nacional, de Pombal.

Os rebaixados da Primeira Divisão na temporada são Internacional, de Lucena e Paraíba, de Cajazeiras. De acordo com Geraldo Varela outros dois clubes que estão na lista de possíveis integrantes da Segunda Divisão de 2018 estão Esporte de Patos e Sabugy, de Santa Luzia.

Estes dois clubes também enviaram documentação, de acordo com Varela. Mas, ainda vai haver uma nova reunião definitiva, no dia 22 do próximo mês, para oficializar a forma de disputa e outros detalhes. Neste encontro deve ser avaliado também o  regulamento e as datas do início e final da competição.



O Basquete da Unifacisa estreou com vitória no segundo turno da fase classificatória da Liga Ouro de basquete. Na noite dessa sexta-feira, o time de Campina Grande enfrentou o Macaé no Ginásio Tênis Clube e venceu por 83 a 71. Foi o sexto triunfo dos paraibanos em nove jogos disputados na temporada, sendo terceiro longe de casa, no qual a equipe está invicta.

Após um primeiro quarto equilibrado, com vitória do Macaé por 17 a 16, a Unifacisa deslanchou e dominou ponta a ponta o resto da partida: 22 a 18 para os campinenses no segundo quarto, 22 a 20 no terceiro e 23 a 16 no quarto decisivo.

O destaque da equipe comandada por Eduardo Schafer foi o armador norte-americano Farad Cobb. O jogador foi o cestinha da partida, com 25 pontos marcados. Quem também se destacou foi o ala/pivô Rodrigo Piru, com um duplo-duplo em pontos e rebotes.

Com a vitória, a Unifacisa chegou aos 15 pontos na Liga Ouro, ocupando a quarta colocação da classificação, zona que classifica a equipe para a fase de playoff. Na liderança está o Corinthians, seguido por São José e o Londrina.



O Botafogo-PB é o campeão Paraibano de 2018. Na noite deste domingo (08), o Belo venceu o Campinense por 2 a 0. Os gols foram marcados no segundo tempo pelo atacante Nando e o zagueiro Lula. Depois de ter perdido por 1 a 0 na primeira partida, o time da estrela vermelha precisava de uma vitória simples para ficar com sua 29ª taça.

O jogo foi tenso desde o início. Na primeira etapa, muitos lances duros e desentendimentos entre jogadores e até fora de campo.

Aos 7 minutos, o Campinense foi quem assustou primeiro. Gladstone vacilou dentro da grande área e a bola ficou com Jackinha, que bateu cruzado de pé esquerdo, mas Saulo defendeu com o pé e salvou o Belo. Na sequência, o rubro-negro ficou com a sobra do escanteio, e Felipe Macena chutou da entrada da área, mas o arqueiro botafoguense foi buscar a bola que ia no seu ângulo direito, se esticando todo e mandando pela linha de fundo.

O clima de rivalidade aflorado entre as duas equipes apareceu de vez antes dos 15 minutos. Depois de uma saída de bola, o goleiro Delone, do Campinense, não quis entregar a bola ao gandula e os dois se desentenderam. O clima fechou, houve empurra-empurra, e o camisa 12 rubro-negro deu um soco no gandula.

Com a poeira baixa, o árbitro Cláudio Francisco expulsou o gandula, o preparador de goleiros botafoguense, Austrália, o goleiro Delone e Orlan, os dois últimos, reservas da Raposa.

Depois da confusão, o Botafogo-PB assustou pela primeira vez. Aos 25 minutos, Marcos Aurélio cobrou falta da meia direita, Rafael Jataí desviou de cabeça e Jefferson, no reflexo, fez boa defesa e espalmou para escanteio.

Aos 31, o Belo perdeu uma chance inacreditável de balançar as redes. Marcos Aurélio acertou um grande lançamento para Dico, que tocou de primeira para Gladstone, que estava livre, só com o arqueiro Jefferson em sua frente, mas o capitão bateu mal na bola, que subiu demais.

O jogo era muito nervoso, e o Botafogo-PB teve mais uma chance de marcar. Aos 46, Marcos Aurélio cobrou falta da intermediária com muita precisão. A bola foi no ângulo direito de Jefferson, que fez uma defesa espetacular. No rebote, Dico mandou para o meio e Lula cabeceou para as redes, mas a auxiliar Vaneide Vieira já havia marcado a saída de bola.

O time da estrela vermelha pressionava, e aos 51 minutos, após confusão na área, a bola ficou com Dico, que estava do lado esquerdo da grande área. O camisa 11 bateu com categoria, de pé direito, e a pelota passou raspando a baliza direita de Jefferson.

Segundo tempo

No início da segunda etapa o Belo continuou pressionando e finalmente coneguiu balançar as redes.

Aos 4 minutos, Marcos Aurélio cobrou escanteio pela esquerda e depois de um bate-rebate, a bola sobrou para Nando, na pequena área, e o artilheiro chutou de pé esquerdo para marcar o gol na decisão, seu décimo no campeonato. O camisa 9 do Belo fez valer a lei do ex, já que foi campeão estadual pelo rival em 2015.

O Campinense não conseguia reagir. Com o placar favorável, o time pessoense administrava o jogo e tentava atacar na boa. E em uma dessas, aos 16 minutos, Mazinho enfiou a bola para Nando, que entrou na área e bateu cruzado de pé direito, mas a bola foi a direita do gol raposeiro.

A situação ficou mais difícil para a Raposa aos 33 minutos, quando Rafael Jensen fez falta em Mário Sérgio, tomou o segundo cartão amarelo e foi expulso. Na cobrança da falta, Marcos Aurélio mandou no canto esquerdo de Jefferson, que fez a defesa.

No minuto seguinte, a defesa do Belo bobeou. Rogério, dormiu, Muller Fernandes se antecipou e tocou por cima de Saulo. A bola cruzou toda pequena área e por pouco Thiago Potiguar não chega para empurrar para o gol.

Se quem não faz acaba tomando, aos 35, Marcos Aurélio cobrou falta da direita e Lula apareceu livre na pequena área para mandar de cabeça no canto direito e fez o segundo gol do Belo.

O zagueiro marcou seu terceiro gol no certame. Foram dois contra o Treze e este diante da Raposa. Decisivo.

Depois disso, a festa tomou conta do estádio Almeidão, e aos 49 minutos o árbitro apitou o fim do estadual de 2018.

Por ficar com o título, o Belo receberá um prêmio de R$ 90 mil reais da Federação Paraibana de Futebol e da Caixa Econômica Federal, patrocinadora do campeonato. Já a Raposa, pela segunda colocação, fica com R$ 60 mil.

Ficha técnica

Botafogo-PB x Campinense
Campeonato Paraibano de 2018 (2º jogo das finais)
Estádio: Almeidão (João Pessoa)

Arbitragem: Cláudio Francisco (SE); Cleriston Clay (SE) e Vaneide Vieira (SE)

Gols: Nando, Lula (B)
Cartões amarelos: Carlos Renato, Rafael Jataí, Gladstone (B); Felipe Macena, Marcinho, Rafael Jensen, Muller Fernandes, Neto, Jackinha (C)
Cartões vermelhos: Delone – reserva, Orlan – reserva, Rafael Jensen (C)

Botafogo-PB: Saulo, Felipe Cordeiro, Gladstone, Lula, Carlos Renato; Rafael Jataí, Rogério, Mazinho (Hiroshi), Marcos Aurélio; Dico (Mário Sérgio) e Nando (Allan Dias). Técnico: Leston Júnior.

Campinense: Jefferson, Willian Goiano, Rafael Jensen, Rafael Araújo (Thiago Potiguar); Alex Murici, Felipe Macena, Neto, Marcinho, Jackinha; Tarcísio e Muller Fernandes. Técnico: Ruy Scarpino.

Fonte: Voz da torcida



Era mais que um incômodo. No peito, uma angústia perseguia. A garganta com um nó, doía, ardia seca em silêncio. Do passar de longos 13 anos, uma geração inteira de torcedores alvirrubros sofreu com uma ausência de título. Vazio curável somente frente ao grito mais alto de palavra composta pela junção - ironia da vida - justamente por sete letras mágicas: campeão. Após exatos 5.103 dias, diante de uma Arena de Pernambuco lotada por 42.352 mil aficionados (um recorde para jogos entre clubes no estádio), o Náutico venceu o Central por 2 a 1 em uma partida repleta de emoções até o apito final. Os gols de Ortigoza e Jobson, enfim, puderam fazer seus mais fiéis apaixonados voltarem a sentir (ou, para os mais novo, debutarem) a alegria de erguer uma taça.

A Patativa, que vendeu caro a derrota, diminuiu com Júnior Lemos. E por muito pouco esteve perto de calar a arena na reta final do jogo. A trave e o goleiro Bruno salvaram o Náutico. O grito de campeão pôde então ecoar com força no estádio, pelas ruas do Recife, por todo o estado. A taça do Campeonato Pernambucano retorna para o lado do Timbu.

Volta com colocando um ponto final à espera, à desconfiança, ao temor que rodeava um clube desiludido com seguidas decepções nos últimos anos. Se o Timbu não tinha um time tecnicamente impecável, a equipe comandada pelo técnico Roberto Fernandes assumiu o espírito de garra alvirrubro. Deu certo.

O Náutico voltou a ser campeão justamente sob a tutela de um treinador assumidamente alvirrubro. Pernambucano, Roberto Fernandes esteve à frente do time em uma campanha impecável no Estadual. Foram oito vitórias em oito jogos como mandante. A equipe comandada pelo técnico conseguiu manter 100% de aproveitamento. Número marcante que significou um capítulo que não acontecia no futebol do estado há 20 anos. A última equipe a alcançar tal façanha foi o Sport, em 1998.

Com 117 anos de vida, o Náutico nunca tinha ficado tanto tempo sem conquistar títulos desde que, em 1934, começou a colecionar taças. Antes, o maior jejum alvirrubro aconteceu entre 1989 e 2001. A taça do Campeonato Pernambucano deste ano foi a 22ª levantada na história timbu.

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