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/ / / Mescla de juventude e experiência marca delegação que viajará ao Mundial de Atletismo Paralímpico


Equipe brasileira com 25 atletas embarcará no domingo, 9, para Londres, onde acontecerá a oitava edição da competição

 A delegação que representará o Brasil no Mundial de Atletismo Paralímpico em Londres (Grã-Bretanha), entre os dias 14 e 23 de julho, viajará à capital britânica no próximo domingo, 9. A equipe composta por 25 atletas contará com a mescla de nomes com maior rodagem internacional e novos talentos, que em muitos casos farão suas estreias em competições deste calibre.

Nove atletas que compõem o time brasileiro integram pela primeira vez a delegação nacional em um Mundial de Atletismo. É o caso, por exemplo, de Kesley Josué. Aos 24 anos, ele viajará ao exterior pela primeira vez para representar o Brasil. O atleta da classe T13 (baixa visão) tem como objetivo subir ao pódio nos 100m e nos 200m.

“Vai ser a minha primeira ida ao exterior e a minha segunda competição internacional – os Jogos Paralímpicos do Rio foram a primeira. É uma emoção diferente para mim e eu tenho uma expectativa grande para as provas que vou disputar. Vou estar nos 100m e 200m e vou fazer o melhor possível para trazer bons resultados para o Brasil”, disse o velocista, natural de Rolim de Moura, em Rondônia.

Entre os nomes mais experientes da delegação, dois se destacam. Daniel Mendes e Yohansson Nascimento subiram ao pódio em todas as grandes competições realizadas desde os Jogos Paralímpicos de 2012, também em Londres. Além de serem esperança de novas medalhas, ambos também são referências para os competidores que chegam agora ao grupo.

“É bastante relevante termos atletas com maior rodagem indo ao Mundial, porque confiamos bastante nos jovens que estamos levando a Londres. Claro que, por maior que seja o potencial, pode haver aquele pequeno detalhe que faz a diferença e que é algo que os mais experientes podem passar a quem está chegando agora.  Este Mundial será o primeiro passo para seguirmos o planejamento de termos os atletas em condições de medalharem em Tóquio 2020”, disse Ricardo Melo, coordenador-técnico do atletismo pelo Comitê Paralímpico Brasileiro.

Esta será a oitava edição do Mundial de Atletismo Paralímpico. Cerca de 1.300 atletas de 100 países são esperados nas 213 disputas por medalha, todas no Estádio Olímpico de Londres. Em 2015, o Brasil ficou com a sétima colocação no quadro geral de medalhas do evento, disputado em Doha, no Catar. Foram oito medalhas de ouro, 14 de prata e mais 13 de bronze.

Os 25 convocados para o Campeonato Mundial de Atletismo, em Londres, de 14 a 23 de julho, que foram anunciados. Conheça os atletas.

1. Alessandro Silva

Nascimento: 28/08/1984
Local: Santo André (SP)
Peso: 126kg
Altura: 1,90m
Classe: F11

Principais Conquistas: ouro no lançamento de disco nos Jogos Paralímpicos Rio 2016; ouro no arremesso de peso e no lançamento de disco nos Jogos Parapan-Americanos de Toronto 2015; recordista mundial no lançamento de disco (44,66m)
História: Alessandro ficou cego após a manifestação de uma toxoplasmose, em 2009. Em 2013, conheceu seu atual técnico, Walter Agripino, que foi quem lhe chamou para treinar. Em sua primeira competição, conseguiu o 3º lugar e percebeu que tinha um potencial a ser explorado no esporte.

2. André Rocha

Nascimento: 15/4/1977
Local: Taubaté (SP)
Peso: 120kg
Altura: 1,81m
Classe: F52
Principais conquistas: prata no arremesso de peso nos Jogos Parapan-Americanos de Toronto 2015
História: Andre era policial militar e, em uma perseguição no final de 2005 , caiu de um muro e sofreu uma lesão na coluna. Sempre praticou esporte – jogava basquete – e quis voltar assim que superou a depressão pós-acidente. Em 2013, conheceu um programa de esporte da prefeitura e iniciou no atletismo.  Em abril deste ano, por causa de um agravamento da lesão na coluna, mudou de classe de F54 para F52.

3. Ariosvaldo Fernandes

Nascimento: 23/12/1976
Local: Campina Grande (PB)
Peso: 53kg
Altura: 1,20m
Classe: T53
Principais conquistas: prata nos 100m e nos 400m nos Jogos Parapan-Americanos de Toronto 2015; bronze nos 100m no Mundial de Atletismo de Lyon 2013; ouro nos 100m e nos 200m, e prata nos 400m nos Jogos Parapan-Americanos de Guadalajara 2011; ouro nos 100m e nos 400m, e prata nos 200m nos Jogos Parapan-Americanos do Rio 2007.

História: Parré nasceu no interior da Paraíba e, sem acesso à vacina quando bebê, teve poliomielite. A família mudou-se para o Distrito Federal em busca de melhores oportunidades e de tratamento para Parré, como é mais conhecido. Aos 17, por influência de um amigo, começou a praticar basquete em cadeira de rodas e, há 15, conheceu o atletismo e nunca mais largou.

4. Daniel Mendes

Nascimento: 15/06/1979
Local: Nova Venécia (ES)
Peso: 80kg
Altura: 1,76m
Classe: T11
Principais conquistas: recordista mundial nos 400m (49s82); ouro no revezamento 4x100m T11-13 e bronze nos 200m nos Jogos Paralímpicos Rio 2016; bronze nos 200m nos Jogos Parapan-Americanos de Toronto 2015; ouro nos 400m e bronze nos 200m no Mundial de Doha 2015; ouro nos 400m e bronze nos 200m no Mundial de Lyon 2013; prata nos 200m nos Jogos Paralímpicos de Londres 2012, ouro nos 400m e prata nos 100m e nos 200m nos Jogos Parapan-Americanos de Guadalajara 2011; prata nos 200m e nos 400m, e bronze nos 100m no Mundial de Christchurch 2011.
História: Daniel trabalhava numa serralheria de granito quando sofreu um grave acidente em 2002. Duas placas de mais de 700kg se desprenderam e caíram sobre o rosto do capixaba, provocando afundamento de crânio e da face e a perda total da visão. Daniel passou por diversas cirurgias de reconstrução facial. Em 2005, a convite de uma professora da Unicep, conheceu o atletismo. Logo se destacou representando o Brasil em competições internacionais.

5. Daniel Tavares

Nascimento: 12/03/1996
Local: Marília (SP)
Peso: 58kg
Altura: 1,71m
Classe: T20
Principal conquista: ouro nos 400m nos Jogos Paralímpicos do Rio 2016; ouro nos 400m no Mundial de Doha 2015; recordista mundial nos 400m (47s22).
História: No tempo de escola, Daniel apresentava bastante dificuldade durante o aprendizado. Foi assim que descobriu que possuía deficiência intelectual. Começou no esporte com o futebol e, em 2013, chegou ao atletismo paralímpico.

6. Edson Pinheiro

Nascimento:: 03/06/1979
Local: Cruzeiro do Sul (AC)
Peso: 70kg
Altura: 1,75m
Classe: T38
Principais conquistas: bronze nos 100m nos Jogos Paralímpicos Rio 2016; ouro nos 100m e bronze nos 200m nos Jogos Parapan-Americanos de Toronto 2015; prata nos 100m no Mundial de Doha 2015; bronze nos 100m no Mundial de Lyon 2013; ouro nos 100m e nos 200m, e prata nos 400m nos Jogos Parapan-Americanos de Guadalajara 2011; bronze nos 100m no Mundial de Christchurch 2011; ouro nos 100m e nos 200m nos Jogos Parapan-Americanos Rio 2007.
História: Edson nasceu no seringal com ajuda de uma parteira. Com falta de oxigênio, teve paralisia cerebral, que prejudicou o movimento do braço direito. Praticava tênis de mesa em 2001 e, um ano depois, migrou para o atletismo. Em menos de dois anos no esporte, conquistou seu lugar na Seleção Brasileira.

7. Elizabeth Gomes

Nascimento: 15/01/1965
Local: Santos (SP)
Peso: 82kg
Altura: 1,68m
Classe: F55
Principais conquistas: bronze no arremesso de peso no Mundial de Doha 2015; ouro no lançamento de disco e prata no arremesso de peso nos Jogos Parapan-Americanos de Toronto 2015
História: Em 1993, Elizabeth levava uma vida de jogadora de vôlei quando foi diagnosticada com esclerose múltipla. Demorou para aceitar a doença até conhecer o basquete em cadeira de rodas, em Santos. Descobriu, no mesmo Local onde treinava, o atletismo e se apaixonou pela modalidade.

8. Emerson dos Santos Lopes

Nascimento: 23/02/1994
Local: Lages (SC)
Peso: 105kg
Altura: 1,87m
Classe: F46
História: Emerson tem má formação no braço direito. A deficiência foi causada durante o parto, quando o médico o retirou da barriga da mãe de maneira errada. Começou no esporte paralímpico no handball e, em 2010, migrou para o atletismo, já competindo nas provas de campo (disco e peso).

9. Fabricio Júnior

Nascimento: 17/01/1998
Naviraí (MS)
Peso: 59kg
Altura: 1,60m
Classe: T12
História: Fabrício perdeu parte da visão devido a uma toxoplasmose, adquirida pela mãe na gravidez. Em 2013, sofreu um deslocamento da retina e, para evitar a depressão, a mãe e a tia o incentivaram a praticar o atletismo. Competiu pela primeira vez nas Paralimpíadas Escolares de 2014.

10. Fábio Bordignon

Nascimento: 20/06/1992
Local: Duque de Caxias (RJ)
Peso: 63kg
Altura: 1,59m
Classe: T35
Principais conquistas: prata nos 100m e nos 200m nos Jogos Paralímpicos do Rio 2016.
História: Fábio teve paralisia cerebral na hora do parto, por falta de oxigenação no cérebro. Por isso, ficou com alguns movimentos descoordenados nos membros inferiores e no membro superior esquerdo. Foi atleta de futebol de 7 até 2014, e no ano seguinte, migrou para o atletismo.

11. Gustavo Araújo

Nascimento: 14/09/1992
Local: Uberlândia (MG)
Peso: 75kg
Altura: 1,76m
Classe: T13
Principais conquistas: ouro no revezamento 4×100 nos Jogos Paralímpicos Rio 2016; ouro nos 100m e no revezamento 4x100m nos Jogos Parapan-Americanos de Toronto 2015; prata nos 100m no Mundial de Doha 2015.
História: O velocista descobriu em 2009 que possuía uma doença degenerativa chamada ceratocone. Gustavo já praticava o atletismo convencional, mas devido ao avanço da sua perda de visão, ingressou no esporte paralímpico em 2014.

12. Izabela Campos

Nascimento: 11/04/1981
Local: Belo Horizonte (MG)
Peso: 90kg
Altura: 1,67m
Classe: F11
Principais conquistas: bronze no lançamento de disco nos Jogos Paralímpicos Rio 2016; ouro no lançamento de disco e prata no arremesso de peso nos Jogos Parapan-Americanos de Toronto 2015; bronze no lançamento de disco no Mundial de Doha 2015; bronze no arremesso de peso no Mundial de Lyon 2013.
História: Vítima de sarampo aos 6 anos, Izabela perdeu a visão progressivamente até não enxergar mais aos 18. Aos 21, a mineira conheceu o atletismo, com o objetivo de perder peso. Chegou a correr 5.000m, 1.500m, 800m e 400m, mas foi com as provas de campo que mais se identificou.

13. Jhulia Karol

Nascimento: 18/9/1991
Local: Terra Santa (PA)
Peso: 52kg
Altura: 1,49m
Classe: T11
Principais conquistas: bronze nos 100m e nos 200m no Mundial de Doha 2015; prata nos 100m nos Jogos Parapan-Americanos de Toronto 2015; bronze nos 100m no Mundial de Atletismo de Lyon 2013; bronze nos 100m nos Jogos Paralímpicos de Londres 2012; bronze nos 100m nos Jogos Parapan-Americanos de Guadalajara 2011.
História: Jhulia perdeu a visão devido a uma meningite quando tinha 9 anos. A paraense começou no atletismo aos 15 anos e, três anos depois, mudou-se para o Rio de Janeiro para se dedicar mais ao esporte.

14. João Luis dos Santos

Nascimento: 24/6/1972
Local: Santa Rita (PB)
Peso: 105kg
Altura: 1,86m
Classe: F46
Principais conquistas: bronze no lançamento de disco no Mundial de Christchurch 2011; ouro no lançamento de disco nos Jogos Parapan-Americanos de Toronto 2015.
História: João tem uma deficiência na mão e no braço direitos causada durante o parto, quando o médico o retirou da barriga da mãe. Sempre gostou de jogar futebol, mas acabou conhecendo o atletismo em 2004, por influência de um professor. Fez alguns testes na Universidade Federal da Paraíba e chamou a atenção pela força e pelo tamanho. Se especializou nas provas de campo, principalmente no lançamento de disco.

15. Jonas Licurgo

Nascimento: 7/11/1969
Local:Rio de Janeiro (RJ)
Peso: 97kg
Altura: 1,80m
Classe: F55
Principal conquista: ouro no lançamento de dardo nos Jogos Parapan-Americanos de Toronto 2015.
História: Jonas ficou paraplégico em 2000, ao levar um tiro enquanto exercia sua função como policial militar. Depois de dois anos do ocorrido, começou a praticar esportes para o lazer. Passou pelo basquete, pela natação e pelo handball. Em 2010, experimentou o atletismo e não parou mais. Um ano depois, já estava competindo nas principais provas nacionais.

16. Kesley Josué

Nascimento: 24/01/1993
Local: Rolim de Moura (RO)
Peso: 71kg
Altura: 1,86m
Classe: T13
História: Kesley nasceu com baixa visão e, hoje, enxerga cerca de 15%. Com 19 anos, iniciou no atletismo por influêcia do amigo e também atleta paralímpico Mateus Evangelista. Sua primeira competição foi em 2012, nas Paralimpíadas Escolares. O atleta fez sua estreia na Seleção Brasileira no Jogos do Rio 2016.

17. Mateus Evangelista

Nascimento: 15/02/1994
Local: Porto Velho (RO)
Peso: 68kg
Altura: 1,75m
Classe: T37
Principais conquistas: prata no salto em distância nos Jogos Paralímpicos Rio 2016; ouro nos 100m, nos 200m e no salto em distância nos Jogos Parapan-Americanos de Toronto 2015
História: Por falta de oxigênio na hora do nascimento, Mateus teve paralisia cerebral, o que prejudicou os movimentos do lado direito do corpo. Com a mão e a perna direitas sem movimentação total, entrou no esporte aos 13 anos. Começou no atletismo e, já na sua primeira paralimpíada escolar – duas semanas depois de começar a treinar – conquistou medalhas de ouro nos 100m, nos 200m e no salto em distância. Em 2009, conheceu o futebol de 7 durante uma viagem ao Rio de Janeiro e começou, também, a praticar o esporte, atuando como goleiro. No mesmo ano, foi o arqueiro menos vazado no Parapan Juvenil de Bogotá, na Colômbia. Muito disputado entre os treinadores – cada um o queria exclusivamente em sua modalidade -, Matheus decidiu, em 2012, que precisava se dedicar apenas a um dos esportes para continuar no alto rendimento. Escolheu o atletismo.

18. Michel Abrahame

Nascimento: 3/11/1997
Local: Mauá (SP)
Peso: 61kg
Altura: 1,73m
Classe: T46
História: Michel perdeu o movimento do braço esquerdo aos 12 anos, após bater em um caminhão com sua bicicleta. Ficou quase um mês no hospital e 9 dias na UTI. Conheceu o atletismo por meio de um professor da escola e, em 2014, começou a competir. Sua especialidade são o salto em distância e o salto triplo.

19. Paulo Henrique Reis

Nascimento: 3/7/1998
Local: Dourados (MS)
Peso: 68kg
Altura: 1,82m
Classe: T13
História: Paulo nasceu com retinosquise congênita e, por isso, enxerga apenas 20% com o olho direito e menos de 10% com o esquerdo. Conheceu o atletismo por meio de um professor da escola e competiu pela primeira vez nas Paralimpíadas Escolares de 2010.  O Parapan de Jovens São Paulo 2017 foi seu primeiro evento internacional na carreira.

20. Petrucio Ferreira

Nascimento: 18/11/1996
Local: São José do Brejo do Cruz (PB)
Peso: 64kg
Altura: 1,68m
Classe: T47
Principais conquistas: ouro nos 100m e prata nos 400m e no revezamento 4x100m T42-47 nos Jogos Paralímpicos Rio 2016; ouro nos 100m e nos 200m nos Jogos Parapan-Americanos de Toronto 2015; atual recordista mundial nos 100m (10s57) e nos 200m (21s49).
História: Petrúcio sofreu um acidente com uma máquina de moer capim aos dois anos e perdeu parte do braço esquerdo. Gostava de jogar futsal e sempre foi muito rápido, até que esta velocidade chamou a atenção de um treinador. O paraibano, em apenas três anos de carreira, virou recordista mundial e subiu ao pódio nos Jogos Paralímpicos.

21. Renata Bazone

Nascimento: 21/08/1974
Local: São Gonçalo (RJ)
Peso: 60kg
Altura: 1,60m
Classe: T11
Principais conquistas: prata nos 1.500m nos Jogos Parapan-Americanos de Toronto 2015; ouro nos 800m e bronze nos 1.500m no Mundial de Doha 2015.
História: Renata nasceu com retinose pigmentar, uma doença hereditária que leva à perda gradual da visão. Ficou cega completamente aos 30 anos e, por recomendação médica, para que não sofresse com depressão, entrou para o esporte. Começou no judô há cinco anos e, há quatro, entrou no atletismo a fim de ganhar mais condicionamento físico para a luta. Gostou tanto da modalidade que decidiu se dedicar e logo conquistou bons resultados.

22. Ricardo Costa

Nascimento: 14/06/1982
Local: Três Lagoas (MS)
Peso: 72kg
Altura: 1,77m
Classe: T11
Principal conquista: ouro no salto em distância nos Jogos Paralímpicos Rio 2016.
História: Com apenas 2 anos, Ricardo já apresentava dificuldade para enxergar. Em 1996, descobriu que possuía a doença de Stargardt, que estava em estágio avançado e o deixou cego total. Iniciou no esporte com corridas de rua e, depois, passou para as provas de pista do atletismo. O atleta competiu pela primeira vez internacionalmente no ano passado, no Mundial de Doha, no Catar. É irmão da também atleta cega e medalhista paralímpica Silvânia Costa.

23. Rodrigo Parreira

Nascimento: 09/09/1994
Local: Rio Verde (GO)
Peso: 72kg
Altura: 1,92m
Classe: T36
Principais conquistas: prata no salto em distância e bronze nos 100m nos Jogos Paralímpicos Rio 2016; bronze nos 100m nos Jogos Parapan-Americanos de Toronto 2015.
História: Quando ainda estava grávida, a mãe de Rodrigo sofreu uma queda. O fato fez com que Rodrigo sofresse paralisia cerebral e, por isso, o lado esquerdo do corpo teve os movimentos prejudicados. Começou na natação, depois foi para o halterofilismo, mas se firmou mesmo no atletismo em 2013.

24. Thiago Paulino

Nascimento: 29/12/1985
Local: Orlândia (SP)
Peso: 117kg
Altura: 1,90m
Classe: F57
Principais conquistas: recordista mundial do disco F57 (48.04m); ouro no arremesso de peso e bronze no lançamento de disco nos Jogos Parapan- Americanos de Toronto 2015.
História: Thiago teve de amputar a perna esquerda abaixo do joelho devido a um acidente de moto, em 2010. Inspirado no atleta paralímpico Marco Aurélio Borges, começou a praticar atletismo em 2013. Fez sua estreia nos Jogos Paralímpicos no Rio 2016.

25.  Yohansson do Nascimento

Nascimento: 25/09/1987
Local: Maceió (AL)
Peso: 53kg
Altura: 1,68m
Classe: T46
Principais conquistas: prata no revezamento 4x100m T42-47 e bronze nos 100m nos Jogos Paralímpicos do Rio 2016; prata nos 200m e bronze nos 100m nos Jogos Parapan-Americanos de Toronto 2015; ouro nos 200m e prata nos 100m no Mundial de Doha 2015; ouro nos 200m, prata no revezamento 4x100m e bronze nos 100m no Mundial de Lyon 2013; ouro nos 200m e prata nos 400m nos Jogos Paralímpicos de Londres 2012; prata no revezamento 4x100m e bronze nos 100m nos Jogos Paralímpicos de Pequim 2008; ouro nos 100m, prata nos 200m e bronze no revezamento 4x100m no Mundial de Christchurch 2011; ouro nos 100m, 200m e 400m nos Jogos Parapan-Americanos do Rio 2007.
História: Yohansson nasceu sem as duas mãos. Conheceu o atletismo aos 17 anos, convidado pela técnica Valquíria Campelo, no ônibus em sua cidade natal, Maceió.



Fonte: Assessoria de imprensa do Comitê Paralímpico Brasileiro (imp@cpb.org.br)


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